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Arquivo dos Pergaminhos

12 de julho de 2026 · por Equipe Editorial

Como verificamos nossas fontes (e por que marcamos trechos incertos)

Os bastidores da checagem editorial do Arquivo dos Pergaminhos — fontes, licenças, domínio público e o selo de "trecho incerto".

Ilustração de um selo editorial sobre um documento

História não é opinião: é evidência interpretada. Por isso, cada conteúdo publicado aqui segue um checklist antes de ir ao ar — e preferimos admitir incerteza a afirmar o que não podemos sustentar.

O que checamos antes de publicar

  1. Fonte primária ou institucional — museu, biblioteca, publicação acadêmica ou projeto de dados abertos (como o Vesuvius Challenge).
  2. Licença — o texto está em domínio público? As imagens têm licença Creative Commons? A tradução é nossa ou de obra livre? Registramos tudo no verbete.
  3. Data de acesso — fontes digitais mudam; registramos quando consultamos cada uma.
  4. Status editorial — todo verbete exibe seu estágio: revisado, em revisão ou demonstrativo.

O selo de “trecho incerto”

Quando uma leitura é provisória, uma tradução é livre ou uma atribuição é debatida entre especialistas, o trecho aparece marcado assim. É a nossa forma de mostrar exatamente onde termina o consenso e começa a hipótese.

Erramos? Corrija-nos

Mantemos uma página de correções aberta a qualquer leitor. Correções relevantes são registradas no próprio verbete, com data.

A política completa está na página de metodologia editorial.

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Pergaminhos citados neste artigo

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